Convido todos para estarem conosco hoje a noite na palestra da Rita Passos.
O objetivo é divulgar a possibilidade de entidades assistenciais se beneficiarem com o Programa Nota Fiscal Paulista A secretária estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, Rita Passos (PV), visitará Louveira na quinta-feira, 11/03, para divulgar a possibilidade de entidades sociais se beneficiarem com créditos da Nota Fiscal Paulista (NFP).
O encontro acontecerá às 19h30 na Câmara Municipal – Rua Wagner Luiz Bevilacqua, 35– e reunirá gestores da assistência social e representantes de entidades.
Por meio da parceria entre as secretarias de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads) e da Fazenda, as entidades paulistas de assistência social e saúde sem fins lucrativos podem receber doações relativas a documentos fiscais de consumidores que não quiserem informar o CPF na nota, além de aproveitar os créditos do programa Nota Fiscal Paulista. Para isso, elas devem estar cadastradas no Sistema Pró-Social, da Seads, e depois se inscreverem no sistema da NFP. Até o mês de fevereiro, havia 2889 entidades ativas no Pró-Social
http://www.pvsp.org.br/
Espero por você !!
Ricardo
quinta-feira, 11 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia Internacional das Mulheres
Olá Amigos !!
Hoje quero deixar registrado aqui minha admiração, consideração e respeito a todas as mulheres , especialmente as mulheres louveirenses.
Parabéns pelo dia de vocês !!!!
"No dia 8 de março, a atmosfera da Terra muda de astral e fica mais bela porque é o dia Internacional da Mulher. É um dia em que a intolerância, a violência e o egoísmo deveriam, ao menos, dar uma pausa para prestar uma justa homenagem. Quem deixa o mundo mais bonito, perfumado, arrumado e faz com que a gente procure ser pessoas melhores? Profissionalmente, as mulheres são mais minuciosas, perseverantes, sabem trabalhar em equipe, administram melhor os conflitos e, por conta da natureza de ser mãe, conseguem fazer muitas tarefas ao mesmo tempo.
Quando abro o jornal e vejo que a maioria das notícias que entristecem não fazem parte das nossas características de homens, tenho a certeza de que o mundo seria muito melhor de se viver se aprendêssemos com o exemplo delas. O dom da comunicação, da paciência e do amor. Nelas deposito a esperança de um futuro melhor, pedindo que sigam o que seus corações estão dizendo que é o melhor caminho e incentivando o lado bom das pessoas.
Mulher, você é Rainha que traz equilíbrio e a força para continuar indo adiante." Sthepan
Um beijo no coração de todas as mulheres.
Abraço
Seu amigo,
Ricardo Barbosa
Hoje quero deixar registrado aqui minha admiração, consideração e respeito a todas as mulheres , especialmente as mulheres louveirenses.
Parabéns pelo dia de vocês !!!!
"No dia 8 de março, a atmosfera da Terra muda de astral e fica mais bela porque é o dia Internacional da Mulher. É um dia em que a intolerância, a violência e o egoísmo deveriam, ao menos, dar uma pausa para prestar uma justa homenagem. Quem deixa o mundo mais bonito, perfumado, arrumado e faz com que a gente procure ser pessoas melhores? Profissionalmente, as mulheres são mais minuciosas, perseverantes, sabem trabalhar em equipe, administram melhor os conflitos e, por conta da natureza de ser mãe, conseguem fazer muitas tarefas ao mesmo tempo.
Quando abro o jornal e vejo que a maioria das notícias que entristecem não fazem parte das nossas características de homens, tenho a certeza de que o mundo seria muito melhor de se viver se aprendêssemos com o exemplo delas. O dom da comunicação, da paciência e do amor. Nelas deposito a esperança de um futuro melhor, pedindo que sigam o que seus corações estão dizendo que é o melhor caminho e incentivando o lado bom das pessoas.
Mulher, você é Rainha que traz equilíbrio e a força para continuar indo adiante." Sthepan
Um beijo no coração de todas as mulheres.
Abraço
Seu amigo,
Ricardo Barbosa
terça-feira, 2 de março de 2010
Meu twitter é:
www.twitter.com/rbarbosasouza
Muitas pessoas tem perguntado,tá aí o endereço.
Tem sido um meio muito bacana de resposnder as pessoas, interagir com outros politicos.
É só seguir.
Abraços
Ricardo Barbosa
www.twitter.com/rbarbosasouza
Muitas pessoas tem perguntado,tá aí o endereço.
Tem sido um meio muito bacana de resposnder as pessoas, interagir com outros politicos.
É só seguir.
Abraços
Ricardo Barbosa
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Encontro com prefeito Kassab
No final do ano de 2009 estivemos na capital juntamente com o prefeito Gilberto Kassab.
Foi um tempo muito bom onde ele nos falou sobre algumas ações do seu governo em São Paulo e também conversamos sobre os DEM tanto na esfera estadual como também em nossa cidade.
Ele se comprometeu a vir a Louveira nos próximos meses.
Da reunião ficou o sentimento de que coisas boas vem por aí e que como laguns pensam os Democratas continua sendo um grupo, forte, unido e felizmente não nos sustentamos em apenas um nome.
Quero registrar que o encontro foi possivel graças a intermediação e amizade do vereador do PSDB Carlos Bezerra Júnior.
Na foto estamos: eu, ver. Carlos Bezerra Jr, Estanislau, Kassab, Menguelle, Davi Lenço e Alexandre
Foi um tempo muito bom onde ele nos falou sobre algumas ações do seu governo em São Paulo e também conversamos sobre os DEM tanto na esfera estadual como também em nossa cidade.
Ele se comprometeu a vir a Louveira nos próximos meses.
Da reunião ficou o sentimento de que coisas boas vem por aí e que como laguns pensam os Democratas continua sendo um grupo, forte, unido e felizmente não nos sustentamos em apenas um nome.
Quero registrar que o encontro foi possivel graças a intermediação e amizade do vereador do PSDB Carlos Bezerra Júnior.
Na foto estamos: eu, ver. Carlos Bezerra Jr, Estanislau, Kassab, Menguelle, Davi Lenço e Alexandre
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Entrevista na Folha de Louveira
Folha de Louveira (FL): Comente sobre suas principais ações como vereador neste primeiro ano.
Ricardo Barbosa (RB): Promovemos o 1° Fórum da Cidadania com a presença do vereador Carlos Bezerra Júnior (relator da CPI da Pedofilia em São Paulo) onde tratamos com os professores da rede municipal e com as entidades que trabalham com crianças a questão da Violência e Abuso Sexual contra crianças e Adolescentes. Estou participando do Fórum de Desenvolvimento Regional, representando Louveira em busca de uma integração da nossa cidade com os outros municípios. Criamos um blog (www.vereadorricardobarbosa.blogspot.com) e uma conta no twitter (www.twitter.com/rbarbosasouza) e isso tem me ajudado muito, porque através desses canais tenho recebido sugestões e críticas. Estive buscando recursos e informações junto ao Estado pelo deputado estadual Bruno Covas. Também tenho atendido a população, as associações de moradores sempre nos procuram e nós encaminhamos os pedidos à Prefeitura.
FL: Quais as principais dificuldades enfrentadas para poder cumprir seu papel com a população?
RB: Em relação a população não há muito problema. As dificuldades, que são naturais, são na questão do aprendizado do primeiro ano. Ter que aprender a lidar com as vaidades pessoais, e aprender o funcionamento da Câmara, que as vezes é muito burocrático.
FL: Enumere e comente os projetos de sua autoria em 2009.
RB: Tive 3 projetos de lei aprovados. O primeiro dispõe sobre a obrigatoriedade dos postos de combustíveis instalarem filtros de óleo diesel, como forma de redução de emissão de poluentes e material particulado, em parceria com o Estanislau. O segundo é sobre a inclusão de medidas de prevenção e combate ao bullyng escolar (preconceito de alunos com os colegas de classe) no projeto pedagógico. Já o terceiro dispõe sobre a colocação de placa indicativa de itinerário das linhas de ônibus nos pontos de parada. Também consegui a aprovação do projeto de resolução que cria na Câmara de Louveira o Parlamento Jovem, onde estudantes do ensino médio terão a oportunidade de serem vereadores por um dia. Apresentei 37 indicações, enviei mais de 20 ofícios solicitando serviços e melhorias para o município e outros nove requerimentos, solicitando informações sobre obras realizadas pela Prefeitura.
FL: Você iniciou seu mandato como oposição. Porém, suas ações e também discursos mudaram de linha e em alguns momentos, você se comportou como situação. Houve influência do seu partido?
RB: Nunca me considerei um vereador de oposição, nem situação. Nem que tenha mudado minha atuação na câmara. Tenho comigo que o que é bom pra cidade, tem que ser discutido, conversado e aprovado, independente se o prefeito ou algum outro vereador foi quem propôs a matéria. Se é bom e necessário para cidade voto e continuarei votando a favor. Por isso sempre votei favorável aos projetos do Executivo que julgava ser de relevância para cidade.
FL: Como é seu relacionamento com o colega de partido, Estanislau Steck? Pode-se perceber que em muitos casos vocês acabaram seguindo caminhos diferentes em 2009.
RB: O Estanislau é um companheiro que acabou virando amigo, o que enriquece o nosso trabalho. O Democratas nos dá essa liberdade de agirmos conforme nossa consciência. Temos liberdade de discordar um do outro e isso não tem sido nada ruim para nosso trabalho, ao contrário, na maioria das vezes mais agrega do que separa.
FL: Em relação aos atritos que você teve com o presidente da Câmara, João Leite, qual o motivo para que seu discurso mudasse? Antes você era um dos vereadores que mais criticavam João, e depois que ele rebateu as críticas, sequer tocou no assunto.
RB: Frisei desde o início dos atritos que da minha parte não é nada particular ou perseguição politica. Só acho que ele não tem condições políticas e nem técnicas de ser o presidente da Câmara. Meu discurso não mudou, as denúncias estão sendo apuradas. Preferi não tocar mais no assunto para evitar desgaste. Aqui entra o lance do aprendizado, na verdade não desejo discutir estes assuntos em sessão, acho que dão muito desgaste a todos por isso tenho preferido encaminhar todas as denúncias que tenho feito diretamente ao Ministério público, sem fazer alarde e esperando que a justiça seja feita. Tenho alguns outros questionamentos que já enviei pedido e ainda não fui atendido, mas creio ser questão de tempo já que o presidente tem apregoado tanto a transparência. Acho que ele deve ter esquecido dos meus documentos.
FL: Quais as perspectivas em relação a 2010? Existe algum projeto que gostaria de antecipar?
RB: Espero um ano de trabalho e que tenhamos um pouco de paz aqui na casa, com um amadurecimento por parte de todos. Dos projetos creio ser de relevância a continuidade do ‘Fórum da Cidadania’, onde planejamos descentralizar e ir até a comunidade e não apenas convidar para eles estarem conosco pra discutirmos assuntos que interferem o dia a dia dos louveirenses. Outro projeto que tenho buscado desde o ano passado em parceria com o prefeito é um programa de destinação de óleos de gordura vegetal (óleo de frituras) que espero que em 2010 tenhamos novidades nessa questão ambiental.
FL: Em janeiro de 2011 acontece a votação para eleição do novo presidente da Casa de Leis. Você tem pretensão de ocupar esse cargo?
RB: De maneira alguma. Passo a bola para meu companheiro Estanislau.
FL: Gostaria de fazer alguma observação ou deixar um recado para a população louveirense?
RB: Quero agradecer a confiança, amizade e ajuda que tenho recebido das pessoas. Mais uma vez dizer afirmo que estou a disposição para poder ajudar naquilo que for necessário, por isso coloco meu gabinete a disposição da população. Convido todos que quiserem entrar em contato, façam na Câmara, pelo blog, twitter. O desejo que tenho é de uma Louveira cada vez melhor e sei que isso pode acontecer, estamos no caminho certo e quero fazer minha parte podendo ajudar, contribuir para dias melhores para todos nós. E outro pedido que faço é participem da sessão na Câmara, conheça seu vereador, se informe.
Ricardo Barbosa (RB): Promovemos o 1° Fórum da Cidadania com a presença do vereador Carlos Bezerra Júnior (relator da CPI da Pedofilia em São Paulo) onde tratamos com os professores da rede municipal e com as entidades que trabalham com crianças a questão da Violência e Abuso Sexual contra crianças e Adolescentes. Estou participando do Fórum de Desenvolvimento Regional, representando Louveira em busca de uma integração da nossa cidade com os outros municípios. Criamos um blog (www.vereadorricardobarbosa.blogspot.com) e uma conta no twitter (www.twitter.com/rbarbosasouza) e isso tem me ajudado muito, porque através desses canais tenho recebido sugestões e críticas. Estive buscando recursos e informações junto ao Estado pelo deputado estadual Bruno Covas. Também tenho atendido a população, as associações de moradores sempre nos procuram e nós encaminhamos os pedidos à Prefeitura.
FL: Quais as principais dificuldades enfrentadas para poder cumprir seu papel com a população?
RB: Em relação a população não há muito problema. As dificuldades, que são naturais, são na questão do aprendizado do primeiro ano. Ter que aprender a lidar com as vaidades pessoais, e aprender o funcionamento da Câmara, que as vezes é muito burocrático.
FL: Enumere e comente os projetos de sua autoria em 2009.
RB: Tive 3 projetos de lei aprovados. O primeiro dispõe sobre a obrigatoriedade dos postos de combustíveis instalarem filtros de óleo diesel, como forma de redução de emissão de poluentes e material particulado, em parceria com o Estanislau. O segundo é sobre a inclusão de medidas de prevenção e combate ao bullyng escolar (preconceito de alunos com os colegas de classe) no projeto pedagógico. Já o terceiro dispõe sobre a colocação de placa indicativa de itinerário das linhas de ônibus nos pontos de parada. Também consegui a aprovação do projeto de resolução que cria na Câmara de Louveira o Parlamento Jovem, onde estudantes do ensino médio terão a oportunidade de serem vereadores por um dia. Apresentei 37 indicações, enviei mais de 20 ofícios solicitando serviços e melhorias para o município e outros nove requerimentos, solicitando informações sobre obras realizadas pela Prefeitura.
FL: Você iniciou seu mandato como oposição. Porém, suas ações e também discursos mudaram de linha e em alguns momentos, você se comportou como situação. Houve influência do seu partido?
RB: Nunca me considerei um vereador de oposição, nem situação. Nem que tenha mudado minha atuação na câmara. Tenho comigo que o que é bom pra cidade, tem que ser discutido, conversado e aprovado, independente se o prefeito ou algum outro vereador foi quem propôs a matéria. Se é bom e necessário para cidade voto e continuarei votando a favor. Por isso sempre votei favorável aos projetos do Executivo que julgava ser de relevância para cidade.
FL: Como é seu relacionamento com o colega de partido, Estanislau Steck? Pode-se perceber que em muitos casos vocês acabaram seguindo caminhos diferentes em 2009.
RB: O Estanislau é um companheiro que acabou virando amigo, o que enriquece o nosso trabalho. O Democratas nos dá essa liberdade de agirmos conforme nossa consciência. Temos liberdade de discordar um do outro e isso não tem sido nada ruim para nosso trabalho, ao contrário, na maioria das vezes mais agrega do que separa.
FL: Em relação aos atritos que você teve com o presidente da Câmara, João Leite, qual o motivo para que seu discurso mudasse? Antes você era um dos vereadores que mais criticavam João, e depois que ele rebateu as críticas, sequer tocou no assunto.
RB: Frisei desde o início dos atritos que da minha parte não é nada particular ou perseguição politica. Só acho que ele não tem condições políticas e nem técnicas de ser o presidente da Câmara. Meu discurso não mudou, as denúncias estão sendo apuradas. Preferi não tocar mais no assunto para evitar desgaste. Aqui entra o lance do aprendizado, na verdade não desejo discutir estes assuntos em sessão, acho que dão muito desgaste a todos por isso tenho preferido encaminhar todas as denúncias que tenho feito diretamente ao Ministério público, sem fazer alarde e esperando que a justiça seja feita. Tenho alguns outros questionamentos que já enviei pedido e ainda não fui atendido, mas creio ser questão de tempo já que o presidente tem apregoado tanto a transparência. Acho que ele deve ter esquecido dos meus documentos.
FL: Quais as perspectivas em relação a 2010? Existe algum projeto que gostaria de antecipar?
RB: Espero um ano de trabalho e que tenhamos um pouco de paz aqui na casa, com um amadurecimento por parte de todos. Dos projetos creio ser de relevância a continuidade do ‘Fórum da Cidadania’, onde planejamos descentralizar e ir até a comunidade e não apenas convidar para eles estarem conosco pra discutirmos assuntos que interferem o dia a dia dos louveirenses. Outro projeto que tenho buscado desde o ano passado em parceria com o prefeito é um programa de destinação de óleos de gordura vegetal (óleo de frituras) que espero que em 2010 tenhamos novidades nessa questão ambiental.
FL: Em janeiro de 2011 acontece a votação para eleição do novo presidente da Casa de Leis. Você tem pretensão de ocupar esse cargo?
RB: De maneira alguma. Passo a bola para meu companheiro Estanislau.
FL: Gostaria de fazer alguma observação ou deixar um recado para a população louveirense?
RB: Quero agradecer a confiança, amizade e ajuda que tenho recebido das pessoas. Mais uma vez dizer afirmo que estou a disposição para poder ajudar naquilo que for necessário, por isso coloco meu gabinete a disposição da população. Convido todos que quiserem entrar em contato, façam na Câmara, pelo blog, twitter. O desejo que tenho é de uma Louveira cada vez melhor e sei que isso pode acontecer, estamos no caminho certo e quero fazer minha parte podendo ajudar, contribuir para dias melhores para todos nós. E outro pedido que faço é participem da sessão na Câmara, conheça seu vereador, se informe.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Feliz 2010
Olá AMigos !!!
Quero deixar aqui registrado meu desejo de um feliz 2010 pra todos nós.
Que em 2010 novos sonhos, projetos e planos se realizem.
Agradeço a cada um pela visita no blog, pelas conversas nas ruas, pelo apoio e o desejo é só um: Servir.
E que em 2010 estejamos juntos para uma Louveira cada vez melhor.
COnte comigo sempre !
O Futuro é Agora !!!
Abraços a todos
Seu amigo,
Ricardo Barbosa
Quero deixar aqui registrado meu desejo de um feliz 2010 pra todos nós.
Que em 2010 novos sonhos, projetos e planos se realizem.
Agradeço a cada um pela visita no blog, pelas conversas nas ruas, pelo apoio e o desejo é só um: Servir.
E que em 2010 estejamos juntos para uma Louveira cada vez melhor.
COnte comigo sempre !
O Futuro é Agora !!!
Abraços a todos
Seu amigo,
Ricardo Barbosa
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Bullying Escolar
É comum encontrar entre os adultos uma quantidade considerável que tráz consigo as marcas dos traumas que adquiriram nos bancos escolares. São seqüelas que se evidenciam pelos prejuízos em aspectos essenciais à realização na vida, como dificuldades de lidar com perdas, relações afetivas, familiares e sociais, ou no desempenho profissional. Essas pessoas foram submetidas às diversas formas de maus-tratos psicológicos, verbais, físicos, morais, sexuais e materiais, através de zoações, apelidos pejorativos, difamações, ameaças, perseguições, exclusões. Brincadeiras próprias da idade? Não. Esses atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente, em desigualdade de poder, caracterizam o bullying escolar.
O bullying tem sido ao longo do tempo, motivo de traumas e sofrimentos para muitos, sendo ignorado pela maioria das pessoas, por acreditar tratar-se de "brincadeiras próprias da idade" ou ser necessário ao amadurecimento do indivíduo, sem, contudo, considerar os danos causados aos envolvidos.
Os estudos sobre o bullying escolar tiveram início na Suécia, na década de 70 e na Noruega, na década de 80. Aos poucos, vem se intensificando nas escolas dos mais diversos países, sendo possível quantificá-lo em índices que variam de 5% a 35% de envolvimento. No Brasil, os estudos são recentes, motivo pelo qual a maioria dos brasileiros desconhece o tema, sua gravidade e abrangência. Pesquisas realizadas na região de São José do Rio Preto, interior paulista, (FANTE, 2000/03) e no município do Rio de Janeiro, (ABRAPIA, 2002), com o intuito de reconhecer a incidência bullying, revelaram que, em média, 45% dos estudantes de escolas públicas e privadas, estão envolvidos no fenômeno. Estudos desenvolvidos pelo Instituto SM para a Educação, em cinco países (Espanha, Argentina, México, Chile, Brasil), evidenciaram que o Brasil se tornou campeão em bullying.
Sem termo equivalente na língua portuguesa, que expresse sua abrangência e formas de ataques, o tema desperta crescente interesse e preocupação entre os pais e profissionais das áreas de educação, saúde e segurança pública, devido aos prejuízos emocionais causados e por seu poder propagador capaz de envolver crianças nos primeiros anos de escolaridade.
O comportamento bullying pode ser identificado em qualquer faixa etária e nível de escolaridade. Entre três e quatro anos, podemos perceber tanto o comportamento abusivo, manipulador, dominador, quanto o passivo, submisso e indefeso. Porém, a maior incidência está entre os alunos de 3ª a 8ª séries, período em que, progressivamente, os papéis dos protagonistas se definem com maior clareza.
Estudos demonstraram que a média de idade de maior incidência entre os agressores, situa-se na casa dos 13 a 14 anos, enquanto que as vítimas possuem em média, 11 anos. Fato que vem a comprovar que os papéis dos protagonistas e as formas de maus-tratos empregadas se intensificam, conforme aumenta o grau de escolaridade.
Entre os adolescentes, uma prática que se torna comum, a cada dia, são os ataques virtuais, denominado de cyberbullying. É caracterizado pelo uso de ferramentas das modernas tecnologias de comunicação e de informação, principalmente através de celulares e da internet. Fofocas, difamações, fotografias montadas e divulgadas em sites e no orkut, seguidas de comentários racistas e sexistas, e-mails ameaçadores, uma verdadeira rede de intrigas, que envolve alunos e professores.
Geralmente, os ataques são produzidos por um grupo de agressores, reduzindo as possibilidades de defesa das vítimas. As estratégias de ataques, normalmente, são ardilosas e sutis, expondo as vítimas ao medo, à humilhação e ao constrangimento público. Os agressores se valem de sua força física ou psicológica, além da sua popularidade para dominar, subjugar e colocar sob pressão, o "bode expiatório". Entretanto, torna-se evidente entre eles a insegurança, a necessidade de chamar a atenção para si, de pertencer a um grupo, de dominar, associado à inabilidade de expressar seus sentimentos e emoções. Por isso, a escolha das vítimas, privilegia aquelas que não dispõe de habilidades de defesa.
Com o tempo, as vítimas se sentem solitárias, incompreendidas e excluídas de um contexto que prima pela inclusão de todos. As conseqüências do bullying incidem no processo de socialização e de aprendizagem, bem como na saúde física e emocional, especialmente das vítimas, que se isolam dos demais, carregando consigo uma série de sentimentos negativos que comprometem a estruturação da personalidade e da auto-estima, além da incerteza de estarem em um ambiente educativo seguro, onde possam se desenvolver plenamente. Em casos extremos, algumas vítimas executam seus planos de vingança, seguidos de suicídio.
Nos Estados Unidos, pelo menos 37 tiroteios ocorridos em escolas foram atribuídos ao bullying. O massacre de Columbine é um exemplo de como a vítima pode se transformar em agressor. Na pacata cidade de Taiuva (SP), após anos de ridicularizações, um jovem entra armado na escola, atira contra 50 estudantes e dá cabo à existência. Em Remanso (BA), um adolescente mata seu agressor principal, um garoto de 13 anos e a secretária do curso de informática.. Em Petrolina (PE), uma adolescente e seu colega asfixiam uma garota de 13 anos, por ser alvo de apelidos pejorativos.
O bullying é um fenômeno psicossocial expansivo, por isso considerado epidêmico, comprometedor do pleno desenvolvimento do indivíduo, por suas conseqüências psicológicas, emocionais, sociais e cognitivas, que se estendem para além do período acadêmico.
Dentre as causas desse tipo de comportamento podemos citar os modelos educativos introjetados na primeira infância. O tipo de experiência vivenciada pela criança no ambiente familiar, poderá predispô-la a tornar-se uma protagonista do fenômeno. Para o seu pleno desenvolvimento a criança necessita sentir-se amada, valorizada, aceita, incentivada à auto-expressão e ao diálogo, principalmente na adolescência, porém a noção de limites precisa ser estabelecida com firmeza e com coerência.
No entanto, quando no ambiente familiar há o predomínio de superproteção, modelo que inibe o desenvolvimento da capacidade de autonomia, de tomada de decisões, de exploração do ambiente e de defesa; ou o perfeccionismo, com alto nível de exigências e cobranças, mais do que elogios; ou a ambivalência, onde constantemente ocorre oscilação do humor, gerando muita insegurança pessoal; ou autoritarismo, com práticas educativas que se valem de agressões verbais, morais, psicológicas ou físicas; esses ingredientes psíquicos isolados ou somados, favorecem o envolvimento da criança em comportamentos bullying logo no início de sua experiência de socialização educacional.
São cinco os papéis que caracterizam este fenômeno: vítimas típicas, vítimas provocadoras, vítimas agressoras, agressores e espectadores. Algumas constatações entre os envolvidos: é comum que quem sofreu alguma das formas de ataque reproduza os maus-tratos sofridos; os tipos de conseqüências são abrangentes, de acordo com as características de cada indivíduo e das características psicodinâmicas de sua família; as vítimas encontram dificuldade de buscar ajuda e quando buscam sentem dificuldade de serem compreendidas, além do temor em relação à resposta dos pais, ou de que a sua denúncia agrave ainda mais o seu problema.
Dessa forma, estamos diante de um grande desafio. As dimensões identificadas do problema, nos remetem a olharmos para a lacuna que se evidencia na convivência familiar e escolar, pois é notório entre os alunos a carência afetiva e a ausência de modelos humanistas que lhes sirvam de referencial. Por isso, é necessário que as instituições de ensino invistam em conscientizar seus profissionais, pais e alunos sobre a relevância desse tema e desenvolvam estratégias preventivas, em parcerias com os diversos segmentos sociais, visando educar para a paz. E que a prática da solidariedade, cooperação, tolerância, empatia, respeito às diferenças e compaixão caracterizem a atitude de amor das instituições de ensino e da família, em busca da construção da paz.
Cleo Fante. Graduada em História e Pedagogia. Pós-graduada em Didática do Ensino Superior. Doutoranda em Ciências da Educação. Pesquisadora pioneira no Brasil, sobre o Bullying Escolar. Autora do livro Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz (Verus Editora). Autora do programa antibullying "Educar para a Paz". Diretora Geral do Cemeobes (Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar). Conferencista.
O bullying tem sido ao longo do tempo, motivo de traumas e sofrimentos para muitos, sendo ignorado pela maioria das pessoas, por acreditar tratar-se de "brincadeiras próprias da idade" ou ser necessário ao amadurecimento do indivíduo, sem, contudo, considerar os danos causados aos envolvidos.
Os estudos sobre o bullying escolar tiveram início na Suécia, na década de 70 e na Noruega, na década de 80. Aos poucos, vem se intensificando nas escolas dos mais diversos países, sendo possível quantificá-lo em índices que variam de 5% a 35% de envolvimento. No Brasil, os estudos são recentes, motivo pelo qual a maioria dos brasileiros desconhece o tema, sua gravidade e abrangência. Pesquisas realizadas na região de São José do Rio Preto, interior paulista, (FANTE, 2000/03) e no município do Rio de Janeiro, (ABRAPIA, 2002), com o intuito de reconhecer a incidência bullying, revelaram que, em média, 45% dos estudantes de escolas públicas e privadas, estão envolvidos no fenômeno. Estudos desenvolvidos pelo Instituto SM para a Educação, em cinco países (Espanha, Argentina, México, Chile, Brasil), evidenciaram que o Brasil se tornou campeão em bullying.
Sem termo equivalente na língua portuguesa, que expresse sua abrangência e formas de ataques, o tema desperta crescente interesse e preocupação entre os pais e profissionais das áreas de educação, saúde e segurança pública, devido aos prejuízos emocionais causados e por seu poder propagador capaz de envolver crianças nos primeiros anos de escolaridade.
O comportamento bullying pode ser identificado em qualquer faixa etária e nível de escolaridade. Entre três e quatro anos, podemos perceber tanto o comportamento abusivo, manipulador, dominador, quanto o passivo, submisso e indefeso. Porém, a maior incidência está entre os alunos de 3ª a 8ª séries, período em que, progressivamente, os papéis dos protagonistas se definem com maior clareza.
Estudos demonstraram que a média de idade de maior incidência entre os agressores, situa-se na casa dos 13 a 14 anos, enquanto que as vítimas possuem em média, 11 anos. Fato que vem a comprovar que os papéis dos protagonistas e as formas de maus-tratos empregadas se intensificam, conforme aumenta o grau de escolaridade.
Entre os adolescentes, uma prática que se torna comum, a cada dia, são os ataques virtuais, denominado de cyberbullying. É caracterizado pelo uso de ferramentas das modernas tecnologias de comunicação e de informação, principalmente através de celulares e da internet. Fofocas, difamações, fotografias montadas e divulgadas em sites e no orkut, seguidas de comentários racistas e sexistas, e-mails ameaçadores, uma verdadeira rede de intrigas, que envolve alunos e professores.
Geralmente, os ataques são produzidos por um grupo de agressores, reduzindo as possibilidades de defesa das vítimas. As estratégias de ataques, normalmente, são ardilosas e sutis, expondo as vítimas ao medo, à humilhação e ao constrangimento público. Os agressores se valem de sua força física ou psicológica, além da sua popularidade para dominar, subjugar e colocar sob pressão, o "bode expiatório". Entretanto, torna-se evidente entre eles a insegurança, a necessidade de chamar a atenção para si, de pertencer a um grupo, de dominar, associado à inabilidade de expressar seus sentimentos e emoções. Por isso, a escolha das vítimas, privilegia aquelas que não dispõe de habilidades de defesa.
Com o tempo, as vítimas se sentem solitárias, incompreendidas e excluídas de um contexto que prima pela inclusão de todos. As conseqüências do bullying incidem no processo de socialização e de aprendizagem, bem como na saúde física e emocional, especialmente das vítimas, que se isolam dos demais, carregando consigo uma série de sentimentos negativos que comprometem a estruturação da personalidade e da auto-estima, além da incerteza de estarem em um ambiente educativo seguro, onde possam se desenvolver plenamente. Em casos extremos, algumas vítimas executam seus planos de vingança, seguidos de suicídio.
Nos Estados Unidos, pelo menos 37 tiroteios ocorridos em escolas foram atribuídos ao bullying. O massacre de Columbine é um exemplo de como a vítima pode se transformar em agressor. Na pacata cidade de Taiuva (SP), após anos de ridicularizações, um jovem entra armado na escola, atira contra 50 estudantes e dá cabo à existência. Em Remanso (BA), um adolescente mata seu agressor principal, um garoto de 13 anos e a secretária do curso de informática.. Em Petrolina (PE), uma adolescente e seu colega asfixiam uma garota de 13 anos, por ser alvo de apelidos pejorativos.
O bullying é um fenômeno psicossocial expansivo, por isso considerado epidêmico, comprometedor do pleno desenvolvimento do indivíduo, por suas conseqüências psicológicas, emocionais, sociais e cognitivas, que se estendem para além do período acadêmico.
Dentre as causas desse tipo de comportamento podemos citar os modelos educativos introjetados na primeira infância. O tipo de experiência vivenciada pela criança no ambiente familiar, poderá predispô-la a tornar-se uma protagonista do fenômeno. Para o seu pleno desenvolvimento a criança necessita sentir-se amada, valorizada, aceita, incentivada à auto-expressão e ao diálogo, principalmente na adolescência, porém a noção de limites precisa ser estabelecida com firmeza e com coerência.
No entanto, quando no ambiente familiar há o predomínio de superproteção, modelo que inibe o desenvolvimento da capacidade de autonomia, de tomada de decisões, de exploração do ambiente e de defesa; ou o perfeccionismo, com alto nível de exigências e cobranças, mais do que elogios; ou a ambivalência, onde constantemente ocorre oscilação do humor, gerando muita insegurança pessoal; ou autoritarismo, com práticas educativas que se valem de agressões verbais, morais, psicológicas ou físicas; esses ingredientes psíquicos isolados ou somados, favorecem o envolvimento da criança em comportamentos bullying logo no início de sua experiência de socialização educacional.
São cinco os papéis que caracterizam este fenômeno: vítimas típicas, vítimas provocadoras, vítimas agressoras, agressores e espectadores. Algumas constatações entre os envolvidos: é comum que quem sofreu alguma das formas de ataque reproduza os maus-tratos sofridos; os tipos de conseqüências são abrangentes, de acordo com as características de cada indivíduo e das características psicodinâmicas de sua família; as vítimas encontram dificuldade de buscar ajuda e quando buscam sentem dificuldade de serem compreendidas, além do temor em relação à resposta dos pais, ou de que a sua denúncia agrave ainda mais o seu problema.
Dessa forma, estamos diante de um grande desafio. As dimensões identificadas do problema, nos remetem a olharmos para a lacuna que se evidencia na convivência familiar e escolar, pois é notório entre os alunos a carência afetiva e a ausência de modelos humanistas que lhes sirvam de referencial. Por isso, é necessário que as instituições de ensino invistam em conscientizar seus profissionais, pais e alunos sobre a relevância desse tema e desenvolvam estratégias preventivas, em parcerias com os diversos segmentos sociais, visando educar para a paz. E que a prática da solidariedade, cooperação, tolerância, empatia, respeito às diferenças e compaixão caracterizem a atitude de amor das instituições de ensino e da família, em busca da construção da paz.
Cleo Fante. Graduada em História e Pedagogia. Pós-graduada em Didática do Ensino Superior. Doutoranda em Ciências da Educação. Pesquisadora pioneira no Brasil, sobre o Bullying Escolar. Autora do livro Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz (Verus Editora). Autora do programa antibullying "Educar para a Paz". Diretora Geral do Cemeobes (Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar). Conferencista.
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